Posts Tagged ‘mobilidade urbana’

das notícias

dezembro 13, 2013

A difícil solidariedade entre desiguais: ciclistas e pedestres contra os consumistas do automóvel

na bicicleta

Em Lisboa e no Porto

ANSR divulga alterações ao Código da Estrada

ANSR“A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) vai realizar, em Lisboa e no Porto, dois workshops que têm como principal objetivo dar a conhecer as diversas alterações ao Código da Estrada que irão entrar em vigor no próximo dia 1 de janeiro de 2014.Ciente do impacto que estas mudanças irão provocar, a ANSR pretende convidar todos os profissionais do setor para assistir a estas sessões de esclarecimento. Assim, dia 12 de dezembro terá lugar a sessão no Porto e no dia 18 de dezembro irá realizar-se a sessão de Lisboa, que irá decorrer no Auditório do Metropolitano de Lisboa, no Alto dos Moinhos. A participação no evento é gratuita mas sujeita a inscrição.

Para ver o programa clique AQUI

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Difícil solidariedade entre desiguais: automobilistas, ciclistas e pedestres

dezembro 13, 2013

A dificil solidareidade entre desiguais: ciclistas e pdestres contra os consumistas do automóvel

Matemática em Sobral

Solidariedade entre desiguais é impossível


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Um risco imenso em troca de três anos de exploração

dezembro 13, 2013

Matemática em Sobral

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Terminou finalmente ontem, 19 de setembro, o que foi considerado o maior desastre ambiental da história americana. A British Petroleum anunciuou que o poço em vazamento desde 20 de abril deste ano, no Mar do Caribe, foi definitivamente vedado. O desfecho não apagou, no entanto, os prejuízos ambientais e econômicos, tampouco o alerta sobre as prevenções contra desastres do gênero. “Aqui no Brasil, é aplicado o que há de melhor na área”, tranquiliza o coordenador do curso de engenharia de petróleo da PUC, Sérgio Fontoura. Diante da badalada exploração brasileira do pré-sal – à qual se volta a capitalização da Petrobras, em curso.

http://puc-riodigital.com.puc-rio.br/Jornal/Ciencia-e-Tecnologia/%22Acidente-no-Mar-do-Caribe-deixa-licoes-para-o-pre-sal%22-7840.html

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Carta aos condutores

dezembro 11, 2013

pedalar me faz bem e faz-me sentir integrado com o meu ambiente e com as pessoas que também usam a bicicleta como meio de meio transporte.

PedalAçores

Hoje um post diferente, transcrito de um vídeo que alerta para o nosso comportamento nas ruas. Só tive o trabalho de traduzir 🙂

Queridos condutores/as,

Sou um pai, uma mãe, um filho, sou um ciclista…

Durante muito tempo, pedalar tem colaborado para o meu bem estar físico, e tem me ajudado de maneira simples a me livrar das pressões e do stress que o dia-a-dia pode trazer.

Gosto de andar de bicicleta por vários motivos: porque é saudável, porque gosto de comtemplar a bela paisagem do lugar em que vivo e simplesmente por que gosto do pedalar por si só. Adoro sentir o vento no rosto, o sol a bater-me nas costas, as coisas acontecendo a minha volta e tenho satisfação por poder sentir estas coisas enquanto pedalo.

Caro motorista, eu não sou um ciclista, mas sim um marido. Tenho uma esposa que também adora andar de bicicleta, e um…

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Depois de cem dias seguidos de chuva em Belém os igarapés transformaram o entulho em lixo

dezembro 11, 2013

Matemática em Sobral

Depois de cem dias seguidos de chuva os igarapés transformaram o entulho em lixo e refizeram o cenário da vida.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Depois de cem dias seguidos de chuva as mangueiras retomaram o seu espaço e os rios refizeram o cenário transformando o entulho em lixo.

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Ganha a dita “indústria” do cigarro, perdemos todos nós

dezembro 11, 2013

Matemática em Sobral

Se eu pudesse voltar no tempo, não tinha começado a fumar. Tenho 56 anos, fumei desde 15 anos de idade. O tempo foi passando, o cansaço chegando, batimentos cardíacos acelerados, várias pneumonias e eu me tornando uma jovem velha. Maria Celeste Rodrigues Ferreira
56 anos, ex-fumante, Rio de Janeiro


Eu tive sorte, meu pai prometia me quebrar de pau se me visse fumando, e aí eu nunca fumei. Tenho 70 anos, sou ciclista, faço 15 km por dia brincando, na bicicleta, e se não fossem os carros não saia de cima da magrela.
Tarcisio Praciano-Pereira
Presidente Dilma e Ministro Padilha: Apresentem a regulamentação da lei nacional de controle do tabaco! #LIMITETABACO
  • Pressionando Dilma Rousseff

Presidente Dilma e Ministro Padilha: Apresentem a regulamentação da lei nacional de controle do tabaco! #LIMITETABACO

 

    1. ACT - Aliança de Controle do Tabagismo
    2. Abaixo-assinado por

      ACT – Aliança de Controle do Tabagismo

      Se eu pudesse voltar no tempo, não tinha começado a fumar. Tenho 56 anos, fumei desde 15 anos de idade, sou uma jovem velha. Hoje tenho 

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Movimentação urbana, uma relação entre um serial-killer psicopata tem com a sua vítima

novembro 29, 2013

Por Tarcisio Praciano-Pereira

O título do livro é  “Gloriosa Bicicleta” e os autores são Laura Alves, Pedro Carvalho.

O livro pode ser consultado no Facebook procure pelo título do livro.

É de Laura Alves o texto que segue.

Na selva urbana, o carro ainda é rei.

Como descreveria a relação entre ciclistas e automobilistas?

A mesma que um serial-killer psicopata tem com a sua vítima! Não, agora a sério. No livro brincamos muito com a situação, com as relações nem sempre pacíficas entre uns e outros, mas a verdade é que não é preciso fazer um estudo muito aprofundado para concluir dos maus hábitos de cidadania e cortesia de grande parte dos automobilistas portugueses.

E numa altura em que o número de ciclistas em trânsito está a aumentar consideravelmente, alguns comportamentos enraizados na cultura portuguesa tornam-se mais flagrantes, já para não dizer perigosos: as ultrapassagens arriscadas, os limites de velocidade que não são cumpridos, o estacionamento caótico, agora também em cima das ciclovias que vão sendo construídas…

As alterações ao Código da Estrada que vão entrar em vigor em janeiro de 2014, embora muitas das medidas não sejam entendidas pelos automobilistas, vêm acautelar e criar mecanismos para maior protecção dos ciclistas – que, digam o que disserem, são sempre a parte mais fraca num contexto de acidente entre um carro e uma bicicleta.

Estou ciente de que existem ciclistas que também devem muito à cortesia e ao cumprimento das regras de condução e de segurança, e esses irritam particularmente os automobilistas. Mas creio que o caminho para uma melhor convivência é haver cada vez mais pessoas a optar bela bicicleta para as deslocações na cidade, nas ruas e avenidas onde também circulam os automóveis.

Só assim se podem desenvolver mais relações de respeito de parte a parte.

O objetivo do livro é  falar de um movimento que se alastra devido a fatores que não é mais possível ignorar, como as alterações ambientais produzida pelo industrialismo e um seu ingrediente maior o consumismo. Não é somente o carro, é o consumismo de celulares, consumismo de comunicações, consumismo como forma de eliminar problemas psicológicos como a incapacidade de se comunicar com outras pessoas de forma natural.  O carro e a moto são ingredientes graves deste consumismo pela sua repercussão imediata com a mobilidade urbana. Hoje o carro já não mais representa mobilidade e isto torna irráscivel o guiador preso ao volante quando se depara que ela ou ele está preso enquanto que ciclistas ou motociclistas passam como pássaros livres da gaiola o que bem justifica a relação de serial-killer entre motoristas e ciclistas.  As autoras se referem à existência de ciclistas mal educados, e eu sou um deles no sentido que elas descrevem.

E pergunto, como posso ser bem educado com quem me agride com sua própria existência, a motorista?

As que dirigem carro, em sua esmagadora maioria, não precisam fazê-lo e nem mesmo lhes resolve os problemas de mobilização urbana, mas se mantém dirigindo porque se encontram presos ao consumismo automobilístico, e aqui eu sou uma delas, eu também me mantenho dirigindo carro, sou motorista amador do trânsito urbano. A diferença é que o faço por impossibilidade prática de agir diferente. Aos 70 anos se transforma em suicídio enfrentar o trânsito selvagem urbano me deslocando em bicicleta. Mesmo assim eu o venho fazendo, esporadicamente, até para provar que os meus 70 anos não me impedem de me deslocar na cidade em bicicleta, e eu o preferia fazer.

Eu preferia andar de bicicleta pelas razões que se encontram “Gloriosa Bicicleta”  uma delas sendo idílica, que andar de bicicleta se aproxima de uma meditação, faz bem ao corpo e à mente.

Precisamos urgentemente alterar as possibilidades do ciclismo dentro do ambiente urbano, e precisamos fazê-lo por razões de sobrevivência da espécie humana.